Área de atuação
Pensão por Morte
A perda de um ente querido é um momento de profunda dor e incerteza. Em meio ao luto, garantir a segurança financeira da família torna-se uma prioridade imediata. A Pensão por Morte é o benefício destinado aos dependentes do segurado que faleceu, visando substituir a renda que sustentava o lar.
A primeira conversa é sem custo. Atendimento em Anápolis-GO e on-line para todo o Brasil.
Análise do seu caso
Pensão por morte: veja se você tem direito
São 7 perguntas rápidas. Sentimos muito pela sua perda: as perguntas são objetivas justamente para você não precisar contar tudo de novo.
Pergunta 1
Qual era a sua relação com quem faleceu?
Suas respostas vão direto para a equipe. Sem custo e sem compromisso.
Na Taveira Advogados, sob a liderança de Pauline Taveira, oferecemos suporte técnico e humanizado para que esse direito seja reconhecido sem burocracias desnecessárias. Nossa atuação foca em simplificar o processo administrativo e judicial, assegurando que o benefício seja concedido de forma rápida e com o valor correto, protegendo o futuro de quem ficou.
Casos de pensão por morte que atendemos
Concessão de Pensão por Morte Urbana e Rural
Atuamos no requerimento do benefício para dependentes de trabalhadores da cidade e do campo, garantindo que todos os períodos de contribuição ou atividade rural sejam validados pelo INSS.
- Comprovação da qualidade de segurado do falecido.
- Reconhecimento de atividade rural para dependentes de segurados especiais.
- Análise de carência e tempo de contribuição para definição da duração do benefício.
Reconhecimento de União Estável para Fins Previdenciários
Muitas vezes, a falta de um documento formal de casamento impede a concessão da pensão. Trabalhamos na produção de provas para comprovar a convivência pública e duradoura.
- Utilização de provas documentais e testemunhais robustas.
- Ações judiciais para reconhecimento de união estável post mortem.
- Garantia do direito ao companheiro ou companheira sobrevivente.
Pensão por Morte para Filhos e Dependentes Inválidos
Garantimos o amparo para filhos menores de 21 anos ou dependentes de qualquer idade que possuam incapacidade intelectual, mental ou deficiência grave.
- Manutenção da pensão além dos 21 anos em casos de invalidez.
- Realização de perícias médicas para comprovar a dependência econômica.
- Proteção de direitos de menores e incapazes.
Passo a passo do pedido de pensão por morte
- Análise de Dependentes: Verificamos quem possui direito legal ao benefício e a ordem de prioridade estabelecida pela lei.
- Auditoria de Dados do Falecido: Revisamos o CNIS e o histórico laboral de quem partiu para assegurar o direito à pensão.
- Montagem do Dossier Documental: Organizamos certidões, comprovantes de residência e provas de dependência econômica.
- Protocolo e Acompanhamento: Realizamos o pedido no sistema do INSS e monitoramos cada atualização para evitar atrasos.
- Intervenção Judicial: Caso o benefício seja indeferido ou o valor calculado esteja errado, ingressamos com a medida judicial cabível.
Por que procurar um advogado de pensão por morte
- Especialização em Direito Previdenciário: Conhecimento profundo das regras antes e depois da Reforma da Previdência.
- Atendimento Humanizado: Compreensão total do momento delicado enfrentado pela família.
- Atuação Digital Nacional: Capacidade técnica para atender processos em qualquer tribunal do país.
- Agilidade e Transparência: Comunicação constante sobre o andamento do pedido de pensão.
Em resumo: como receber a pensão por morte
Garantir a Pensão por Morte é um ato de cuidado com aqueles que permanecem. Diante das mudanças legislativas complexas, contar com uma assessoria especializada evita que erros administrativos privem sua família do sustento necessário.
A Taveira Advogados está pronta para oferecer a segurança jurídica que você precisa neste momento. Se você teve seu pedido negado ou precisa de orientação para iniciar o processo, entre em contato com nossa equipe jurídica.
Prazos que valem para pensão por morte
- 30 diaspara recorrer de uma negativa do INSS, contados de quando você fica sabendo do indeferimento.
- 5 anosde parcelas atrasadas. Mesmo ganhando, só entram os últimos cinco anos. É a prescrição.
O prazo do seu caso depende da data em que o INSS decidiu. Conferir isso leva uma conversa.
Documentos de pensão por morte: o que ter em mãos
- Extrato CNIS baixado no Meu INSS: é ele que mostra o que o INSS enxerga do seu histórico.
- Carta de decisão do INSS se já houve pedido. É onde está o motivo e a data.
- Documento com foto e CPF seu, e do dependente quando for o caso.
- Certidão de óbito e prova do vínculo certidão de casamento, de nascimento dos filhos ou prova da união estável.
Não tem tudo isso? Fale mesmo assim. Ajudamos a localizar o que falta.
Pensão por Morte na lei
Base legal do tema, não do seu caso. A norma que se aplica depende dos fatos e das datas.
- Lei 8.213/1991, arts. 74 a 79
- Emenda Constitucional 103/2019, art. 23
Depois de ler
O seu caso de pensão por morte se encaixa aqui?
Texto explica a regra. Só a análise das suas datas e dos seus documentos diz o que dá para fazer. A primeira conversa é sem custo.
6.100 pessoas atendidas 16 anos só com Direito Previdenciário 27 estados
Perguntas respondidas
Dúvidas sobre pensão por morte
São 18 perguntas que chegam sobre este assunto. As que têm página própria trazem a resposta inteira.
Quem tem direito a receber a Pensão por Morte?
Têm direito os dependentes, divididos em classes: 1) cônjuge, companheiro(a) e filhos; 2) pais; 3) irmãos. A existência de dependentes de uma classe exclui o direito das classes seguintes.
Qual é a duração do benefício para o cônjuge?
A duração varia conforme a idade do sobrevivente na data do óbito e o tempo de união ou casamento. Pode durar alguns meses ou ser vitalícia se o cônjuge tiver mais de 45 anos.
É possível acumular Pensão por Morte com Aposentadoria?
Sim, é possível acumular os dois benefícios, porém, após a Reforma de 2019, existe uma regra de redução no valor do benefício de menor quantia.
O filho universitário pode receber a pensão até os 24 anos?
Infelizmente, para o INSS, o direito cessa obrigatoriamente aos 21 anos, salvo se o filho for inválido ou tiver deficiência. Não há extensão por curso universitário na esfera federal.
O que fazer se o falecido não estava contribuindo para o INSS?
É necessário verificar se ele ainda estava no "período de graça" ou se tinha direito a alguma aposentadoria que não havia sido solicitada. Nesses casos, a pensão ainda pode ser devida.
Ex-esposa que recebe pensão alimentícia tem direito?
Sim, se a pessoa divorciada ou separada judicialmente recebia pensão alimentícia, ela concorre em igualdade de condições com os atuais dependentes.
Como comprovar união estável se não temos papel do cartório?
Podem ser usados comprovantes de endereço comum, conta bancária conjunta, certidão de nascimento de filhos, fotos, postagens em redes sociais e testemunhas.
O valor da pensão é igual ao salário que o falecido recebia?
Após a Reforma, o valor corresponde a uma cota familiar de 50% mais 10% por dependente, até o limite de 100%, calculado sobre a aposentadoria ou sobre o que ele teria direito se fosse aposentado por invalidez.
Quem vivia em união estável pode receber pensão por morte mesmo sem casamento no papel?
Pode. O companheiro ou companheira integra a primeira classe de dependentes, mas, quando a união não está formalizada de forma suficiente nas bases do INSS, será necessário provar a união estável existente na data do óbito. Não é obrigatório ter certidão de casamento. O problema costuma estar na qualidade e contemporaneidade das provas. Filho em comum, endereço, plano de saúde, conta conjunta, seguro, declaração de imposto de renda, cadastro em serviços e outros documentos podem formar um conjunto probatório.
Abrir a página desta perguntaQuais documentos ajudam a provar união estável para pensão por morte?
O ideal é reunir documentos produzidos durante a convivência e próximos ao falecimento, não apenas declarações feitas depois. Exemplos: comprovantes de residência no mesmo endereço, certidão de nascimento de filhos, conta bancária conjunta, plano de saúde, seguro com indicação de beneficiário, imposto de renda, contratos, cadastro em hospital, correspondências e registros públicos. Fotos e testemunhas podem ajudar, mas um processo baseado somente em fotos de redes sociais tende a ser mais frágil. A prova deve mostrar convivência pública, contínua e com intenção de constituir família.
Abrir a página desta perguntaSe a pessoa que morreu estava sem contribuir para o INSS, a família perde a pensão?
Não necessariamente. É preciso verificar se o falecido ainda mantinha qualidade de segurado pelo período de graça, se estava recebendo benefício, se tinha direito adquirido a aposentadoria ou se havia contribuições e vínculos que ainda não aparecem corretamente no CNIS. A data da última contribuição, situação de desemprego e histórico previdenciário são decisivos. Uma negativa baseada em "perda da qualidade de segurado" deve ser conferida com a linha do tempo completa antes de ser aceita como definitiva.
Abrir a página desta perguntaFilho perde pensão por morte aos 21 anos mesmo se estiver na faculdade?
No RGPS, em regra, a pensão do filho cessa aos 21 anos, e estar cursando faculdade não prorroga o benefício. Há exceções para filho inválido ou com deficiência intelectual, mental ou grave, conforme as condições legais. Essa regra costuma ser confundida com pensão alimentícia do Direito de Família, que possui lógica diferente. Para pensão previdenciária do INSS, matrícula universitária, por si só, não mantém a cota após os 21 anos.
Abrir a página desta perguntaPensão por morte para marido ou esposa é sempre vitalícia?
Não. Para óbitos sob as regras atuais, a duração depende de fatores como número de contribuições do segurado, tempo de casamento ou união e idade do cônjuge ou companheiro na data do óbito. Cumpridos os requisitos de 18 contribuições e dois anos de relacionamento, a duração varia por faixas etárias; a pensão é vitalícia, em regra, quando o dependente tinha 45 anos ou mais na data do falecimento. Existem exceções legais, especialmente em mortes decorrentes de acidente e situações específicas.
Abrir a página desta perguntaSe o casamento tinha menos de dois anos ou o falecido tinha menos de 18 contribuições, a pensão dura quanto?
Em regra, para cônjuge ou companheiro, a duração é de quatro meses quando o segurado tinha menos de 18 contribuições mensais ou quando casamento ou união estável começou menos de dois anos antes do óbito. A legislação prevê exceções, inclusive em determinadas mortes por acidente e situações de invalidez ou deficiência do dependente. Por isso, a regra dos quatro meses deve ser aplicada após identificar a causa do óbito e a condição do dependente.
Abrir a página desta perguntaComo é calculado o valor da pensão por morte depois da Reforma?
Para óbitos a partir de 14 de novembro de 2019, a regra geral parte de uma cota familiar de 50%, acrescida de 10 pontos percentuais por dependente, até 100%, sobre a aposentadoria que o segurado recebia ou sobre a que receberia por incapacidade permanente na data do óbito. Se houver dependente inválido ou com deficiência intelectual, mental ou grave, existe regra diferenciada. O cálculo exato pode ser bem diferente de simplesmente "pegar o salário do falecido".
Abrir a página desta perguntaQuando um filho completa 21 anos, a parte dele é dividida entre os outros dependentes?
Nas pensões regidas pelas regras posteriores à Reforma, não funciona como uma simples redistribuição da cota individual encerrada. O INSS informa que, quando muda a quantidade de dependentes, o benefício é recalculado segundo a fórmula de 50% mais 10% por dependente remanescente, e as cotas que cessam não são reversíveis integralmente aos demais. Isso explica por que o valor total da família pode diminuir quando um filho completa 21 anos, em vez de permanecer idêntico dividido entre menos pessoas.
Abrir a página desta perguntaEx-esposa ou ex-marido pode receber pensão por morte?
Pode em determinadas situações. Ex-cônjuge ou ex-companheiro que recebia pensão alimentícia pode ter direito, e também existem casos em que se discute dependência econômica superveniente ou outras circunstâncias previstas em lei e jurisprudência. Se havia novo relacionamento, renúncia a alimentos ou acordo de separação, é necessário examinar os documentos. A existência de cônjuge ou companheiro atual não elimina automaticamente a possibilidade de outro dependente, mas pode haver rateio e disputa sobre a qualidade de dependente.
Abrir a página desta perguntaExiste prazo para pedir pensão por morte e receber desde a data do falecimento?
Sim. É importante pedir o quanto antes. A legislação estabelece prazos para que o benefício produza efeitos financeiros desde a data do óbito, com regras próprias para dependentes menores. Para muitos dependentes adultos, o prazo relevante é de 90 dias; para filhos menores de 16 anos há prazo diferenciado de 180 dias. Pedidos posteriores podem continuar sendo possíveis, mas o pagamento pode começar apenas na data do requerimento. Não convém esperar a conclusão de inventário para verificar a pensão.
Abrir a página desta perguntaNão é bem isso que você procura?
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